Produto próprio
Colinha Eleitoral — Os seus votos na ordem da urna, sem internet
Você decide seus votos com calma, antes da eleição, e guarda no app. Na cabine, o modo urna mostra um voto por vez, na ordem em que a urna pede, com o número em tamanho grande. Funciona sem sinal, não tem conta nem login, e não diz em quem votar.

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Problema.
Quem decide o voto dias antes precisa lembrar vários números na hora da urna, numa sequência que não escolhe, com fila atrás e sem sinal de celular. Hoje isso se resolve com print no WhatsApp ou papel na mão. E o erro mais comum é esquecer que, em 2026, a urna pede dois votos para o Senado.
Solução.
App para iOS e Android, que também roda na web, com a lista dos 6 votos de 2026 na ordem da urna, busca por nome, partido ou número, ficha do candidato com dados oficiais do TSE e o modo urna em tela cheia. Todos os dados ficam no aparelho: não há backend, o que serve à LGPD e ao uso offline ao mesmo tempo.
Resultado.
App funcional, com o dataset oficial dos candidatos embarcado e atualizado por rotina automática. Ainda não foi publicado nas lojas, então não há números de uso.
A parte difícil.
Todo projeto tem um ponto em que a solução óbvia não serve. Aqui foram estes.
A ordem da urna não é a ordem da importância
A urna começa pelo cargo de mais dígitos e termina em presidente. Um app que lista 'Presidente' primeiro obriga o eleitor a reordenar de cabeça no pior momento. Além disso, o Senado ora pede um voto, ora dois, e a ordem depende de a eleição ser geral ou municipal. Por isso o calendário deriva as vagas e a ordem a partir do ano, e a unidade de dado é o voto, não o cargo.
Sem servidor, por decisão de produto
Intenção de voto é opinião política, dado sensível pela LGPD. Sincronizar isso exigiria base legal, encarregado e plano de resposta a incidente. Não ter backend resolve o compliance e o offline de uma vez. O custo é aceito de forma explícita: notificações são locais, sem token de push, e o widget lê um espelho da colinha num App Group. Nada de contagem pública de escolhas, para não parecer pesquisa eleitoral.
Dado oficial que muda até a véspera, e a fonte que mudou
Candidaturas são deferidas e indeferidas até perto da votação, e a cabine não tem sinal, então o dataset precisa ir embarcado no app. A primeira versão do sync usava a API DivulgaCandContas, que passou a responder 404 em todos os caminhos. O script foi reescrito para os dados abertos do TSE (CSV por eleição), um arquivo canônico que não some sem aviso, e roda todo dia por workflow.
Leitura rápida de número, com pressa e fila atrás
O número é a informação principal. Ele usa fonte monoespaçada para os dígitos terem largura fixa, agrupamento no ritmo da digitação, e o tamanho da fonte do sistema é ignorado só nos números para não quebrar o layout. O rótulo de acessibilidade lê dígito a dígito. E o app bloqueia escolher o mesmo senador nas duas vagas, algo que antes esvaziava o primeiro voto sem avisar.
Neutralidade em tela e em código
O app não recomenda voto e não faz pesquisa de intenção de voto. A paleta é neutra: cor forte é do produto, nunca de partido. A isenção de vínculo com o TSE, partidos e candidatos aparece na ficha e nos ajustes. Em situações incertas, como uma candidatura ainda sem julgamento, o estado é 'desconhecida' e o app não afirma nada.
O que eu fiz.
- Definição do produto: a unidade do app é o voto, não o cargo, e a ordem é a da urna
- App em Expo e React Native, com versão web e extensão de widget para iOS
- Script que gera o dataset embarcado a partir dos dados abertos do TSE
- Pipeline no GitHub Actions: verificação, build na nuvem, screenshots de loja e atualização diária dos candidatos
- Textos de privacidade e de isenção de vínculo, escritos como parte do produto
Stack.
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Este projeto é do tipo desenvolvimento de aplicativos. A partir de R$ 14.900 + R$ 590/mês. Me conta o que você precisa e respondo pessoalmente. Se preferir escrever, use o formulário.
Veja no ar.
Ainda não está nas lojas: o app está pronto e aguarda a publicação. Quando sair, o link entra aqui.