Automação de processos · Integração entre sistemas
Boa parte do que uma equipe faz toda semana é transporte de dado: copiar de um sistema para outro, remontar o mesmo relatório, avisar alguém que um número mudou. Nada disso precisa de gente. Eu ligo os sistemas que já existem e deixo o processo rodando sozinho — sem mexer no que está funcionando.
Na prática
Trabalho que hoje depende de alguém lembrar de fazer — e que passa a acontecer sozinho, com registro do que foi feito.
Publicar num canal e replicar nos outros é repetitivo e fácil de esquecer. O conteúdo novo pode disparar a própria divulgação.
O blog deste site alimenta um workflow em n8n que lê o RSS, monta o rascunho do post do LinkedIn e me manda por e-mail para revisar. O workflow está aberto no repositório do site, com a publicação automática desligada de propósito.
n8n · RSS · Docker · APIs
Um assistente de IA só serve para alguma coisa quando alcança os seus dados e os seus sistemas — não quando responde de memória.
Meu segundo cérebro é um cofre de notas em Markdown. Numa VPS própria, um servidor MCP dá acesso de leitura e escrita a esse cofre: a IA que eu uso responde com o meu contexto real em vez de chutar, e escreve de volta a decisão que a gente tomou.
MCP · Node.js · Docker · VPS
Dois sistemas que não se falam viram uma pessoa copiando dado de uma tela para outra — com o erro de digitação que vem junto.
É o que eu faço todo dia: mantenho um sistema crítico de governo em ASP.NET MVC e SQL Server integrado a mainframe, onde a ponte entre o que é antigo e o que é novo é o problema em si.
APIs REST · Webhooks · SQL Server · .NET
Informação que exige alguém abrir um painel para descobrir chega tarde. É melhor que ela vá atrás da pessoa.
Uso isso comigo mesmo, no Telegram: de manhã chega o resumo do que está agendado; todo dia 1º, o checklist do fechamento do mês; e quando um workflow falha, o alerta chega antes de eu perceber que faltou alguma coisa.
Telegram Bot API · n8n · Cron
Processo
Automação mal feita erra mais rápido do que gente. Por isso ela entra devagar, e só assume sozinha o que já provou que acerta.
Uma conversa sobre o que a sua equipe repete toda semana. Você não precisa saber o que dá para automatizar — essa parte é minha.
Nem tudo compensa. Você recebe por escrito o que dá para automatizar, quanto tempo cada coisa devolve por mês e o que é melhor continuar manual.
Primeiro o processo roda e te mostra o que faria, para você conferir. Só depois de acertar sozinho ele ganha permissão para agir sem revisão.
Automação que falha em silêncio é pior que trabalho manual: ninguém percebe que parou. Entrego com monitoramento e alerta quando alguma coisa cair.
Não sabe se o seu processo dá para automatizar? Me conta como ele funciona hoje — descobrir isso é comigo.
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